Ciência, Tecnologia e Gênero

Cuerpos y prácticas: una década de estudios ctg

Por Rebeca Ibáñez Martín, Esther Ortega Arjonilla, Eulalia Pérez Sedeño   Neste artigo apresentamos uma pesquisa dos estudos sociais da ciência, que utilizam a abordagem de ciência, tecnologia e gênero (STG). A interseção dos estudos sociais da ciência com a teoria feminista e os Estudos de gênero produziram esse campo interdisciplinar.

Fanny Tabak e os Primeiros Passos dos Estudos sobre Ciência, Tecnologia e Gênero no Brasil

Por Bruna Mendes de Vasconcellos  e Márcia Maria Tait Lima    Neste artigo trataremos da trajetória pessoal e intelectual de Fanny Tabak, uma das únicas representantes do sexo feminino que fez parte da primeira geração de pensadores do Pensamento Latino-Americano em Ciência, Tecnologia e Sociedade–placts.

Mulheres sem fronteiras? Uma análise da participação das mulheres no Programa Ciência sem Fronteiras da Unicamp: motivações, desafios e impactos na trajetória profissional

Por  Jaqueline Gomes   o capital cultural, fluxos de conhecimento e transferência de tecnologia são fatores determinantes na participação em programas de mobilidade internacional.

As mulheres e a ciência: quais desafios?

Por Cristiane Andrade     Entender o trabalho das mulheres que fazem e pensam a ciência é necessário. Por meio deste entendimento, é possível verificar o modus operandi das relações de gênero, das múltiplas atividades desenvolvidas por elas, das conquistas e desafios. É também a oportunidade de “dar vozes” àquelas que estão na linha de frente da produção da ciência.  

Epistemologias feministas da ciência e tecnologia e diálogos presentes e latentes com ações coletivas na América Latina

Por Márcia Tait   Situar o conhecimento parece particularmente importante para pensar junto com os diferentes feminismos e movimentos de mulheres camponesas e indígenas na América Latina. Permite sublinhar as questões relativas à colonialidade do saber-poder, fazendo uma crítica à pretensão de universalização dentro do próprio feminismo.

Nísia Trindade Lima é a nova presidente da Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz tem uma nova presidente. Doutora em Sociologia e servidora da Fiocruz desde 1987, a pesquisadora, professora e gestora Nísia Trindade Lima será a primeira mulher a comandar a Fundação, em 116 anos de história. O decreto presidencial com a sua nomeação foi publicado nesta quarta-feira (4/1), no Diário Oficial da União (DOU).

Laboratório de Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia (LESCT)

Por Maria Cristina Piumbato Innocentini Hayashi    Do ponto de vista teórico as pesquisas realizadas pelos pesquisadores do LESCT apoiam-se no referencial da Sociologia da Ciência com base na visão de que a ciência e a tecnologia são construídas e situadas histórica e socialmente.http://observatorio.fiocruz.br/users/cristina-hayashi