É preciso buscar maior impacto da ciência que é feita no Brasil

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Carlos Henrique de Brito Cruz analisa os avanços e desafios da ciência feita no Brasil nos últimos anos. Para Brito Cruz, ex-reitor da Unicamp, a ciência tem crescido no país e vive hoje "uma situação um pouco mais confortável, do ponto de vista do financiamento, do que viveu nos anos 1980". Mas ele também aponta gargalos. "Atualmente, eu tenho a impressão que está faltando incluir na agenda da política para ciência no Brasil a questão da busca de maior impacto da ciência que é feita aqui", diz. Na entrevista a seguir, ele detalha essas questões e vai além, abordando, entre outros assuntos, o programa Ciência sem Fronteiras e o papel dos estados no financiamento e incentivo às pesquisas" data-share-imageurl="">

Nesta entrevista exclusiva para o Jornal da Ciência, Carlos Henrique de Brito Cruz analisa os avanços e desafios da ciência feita no Brasil nos últimos anos. Para Brito Cruz, ex-reitor da Unicamp, a ciência tem crescido no país e vive hoje "uma situação um pouco mais confortável, do ponto de vista do financiamento, do que viveu nos anos 1980". Mas ele também aponta gargalos. "Atualmente, eu tenho a impressão que está faltando incluir na agenda da política para ciência no Brasil a questão da busca de maior impacto da ciência que é feita aqui", diz. Na entrevista a seguir, ele detalha essas questões e vai além, abordando, entre outros assuntos, o programa Ciência sem Fronteiras e o papel dos estados no financiamento e incentivo às pesquisas

Categoria de Assunto: 
Tipo de Documento: 
Instituição Editora: 
Academia Brasileira de Ciências (ABC)
Autor ou Criador: 
Evanildo da Silveira
Citação: 

SILVEIRA, Evanildo da. É preciso buscar maior impacto da ciência que é feita no Brasil. ABC, Rio de Janeiro, ago. 2013.

Ano de Publicação do documento: 
2013
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Carlos Henrique de Brito Cruz analisa os avanços e desafios da ciência feita no Brasil nos últimos anos. Para Brito Cruz, ex-reitor da Unicamp, a ciência tem crescido no país e vive hoje "uma situação um pouco mais confortável, do ponto de vista do financiamento, do que viveu nos anos 1980". Mas ele também aponta gargalos. "Atualmente, eu tenho a impressão que está faltando incluir na agenda da política para ciência no Brasil a questão da busca de maior impacto da ciência que é feita aqui", diz. Na entrevista a seguir, ele detalha essas questões e vai além, abordando, entre outros assuntos, o programa Ciência sem Fronteiras e o papel dos estados no financiamento e incentivo às pesquisas" data-share-imageurl="">