A dinâmica da protozoologia brasileira ao longo do século passado

Compartilhe!

Cientistas brasileiros têm contribuído para o campo da protozoologia há mais de 100 anos com importantes descobertas de novas espécies como o Trypanosoma cruzi e Leishmania spp. Neste trabalho, utilizamos uma base de dados de teses brasileiras (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), abrangendo o período de 1987 a 2011, para identificar pesquisadores que contribuíram substancialmente para a protozoologia. Selecionamos 248 orientadores por meio de filtragem para obter pesquisadores que supervisionaram pelo menos 10 teses. Com base em uma análise computacional das bases de dados de teses, encontramos estudantes que foram supervisionados por esses cientistas. Um procedimento computacional foi desenvolvido para determinar os ancestrais científicos dos conselheiros usando a Plataforma Lattes. Estas análises forneceram uma lista de 1, 997 pesquisadores que foram inspecionados através do exame CV Lattes e permitiram a identificação dos pioneiros da protozoologia brasileira. Além disso, investigamos as áreas em que os pesquisadores que obtiveram PhDs em protozoologia estão trabalhando agora. Descobrimos que 68,4% deles ainda estão em protozoologia, enquanto 16,7% migraram para outros campos. Observamos que o apoio à protozoologia por agências nacionais ou internacionais está claramente correlacionado com o aumento de cientistas no campo. Finalmente, descrevemos a genealogia acadêmica da protozoologia brasileira ao formalizar a “floresta” de cientistas brasileiros envolvidos no estudo de protozoários e seus vetores ao longo do século passado. 4% deles ainda estão em protozoologia, enquanto 16,7% migraram para outros campos. Observamos que o apoio à protozoologia por agências nacionais ou internacionais está claramente correlacionado com o aumento de cientistas no campo. Finalmente, descrevemos a genealogia acadêmica da protozoologia brasileira ao formalizar a “floresta” de cientistas brasileiros envolvidos no estudo de protozoários e seus vetores ao longo do século passado. 4% deles ainda estão em protozoologia, enquanto 16,7% migraram para outros campos. Observamos que o apoio à protozoologia por agências nacionais ou internacionais está claramente correlacionado com o aumento de cientistas no campo. Finalmente, descrevemos a genealogia acadêmica da protozoologia brasileira ao formalizar a “árvore” de cientistas brasileiros envolvidos no estudo de protozoários e seus vetores ao longo do século passado.

Tipo de Documento: 
Instituição Editora: 
Fundação Oswaldo Cruz. (Fiocruz). Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Ministério da Saúde
Autor ou Criador: 
M Carolina Elias
Lucile M Floeter-Winter
Jesus P Mena-Chalco
Citação: 

ELIAS, M. Carolina; FLOETER-WINTER, Lucile M.; MENA-CHALCO, Jesus P. The dynamics of Brazilian protozoology over the past century. Memória do Instituto Oswaldo, Rio de Janeiro, v.111, n.1, p. 67-74,  jan. 2016.

Ano de Publicação do documento: 
2016
Compartilhe!