Perfil dos Pesquisadores da Fiocruz

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Quem é o “pesquisador da Fiocruz? Esse perfil nasceu de uma lista de profissionais, servidores, apontados pela direção das Unidades Técnico-Científicas da instituição como aqueles que desempenham “função de pesquisa”, que resultou em um quantitativo de 1779 (mil, setecentos e setenta e nove) profissionais, considerando o ano base 2015.
O perfil do pesquisador da Fiocruz foi traçado a partir dos dados extraídos da Plataforma Lattes, por meio de uma ferramenta desenvolvida pelo Instituto Stela, aos quais se somaram registros administrativos da instituição, o que permitiu delinear a evolução e estágio atual da comunidade de pesquisadores, considerando aquelas dimensões disponíveis nas fontes de dados analisadas.
A função de pesquisa se faz presente em 28 (vinte e oito) de seus espaços institucionais, somadas as unidades técnico-científicas, unidades técnica de apoio, escritórios e programas institucionais.

Pesquisadores por unidade, Fiocruz 2015

Do total de pesquisadores, mil quatrocentos e cinquenta e oito, ou 82% do total, possuem titulação de doutorado. Os mestres somam outros 13% do total, o que aponta para um contingente de pesquisadores que podem, ainda, progredir na formação acadêmica.
 
Pesquisadores por titulação máxima, Fiocruz 2015

*Outros: graduação, ensino profissional de nível técnico, ensino médio e não informado.
 
No que diz respeito às carreiras que os pesquisadores ocupam na instituição, a distribuição é a que se segue:
 

Perfil do pesquisador por carreira, Fiocruz 2015

*Outros: pesquisador, sanitarista, enfermeiro, guarda de endemias, professor adjunto, técnico em assuntos educacionais, arquiteto, biólogo, médico veterinário, nutricionista, pesquisador em ciências exatas e da natureza, professor assistente, professor titular e requisitado.
 
Ainda que demande um refinamento estatístico que permita um olhar mais acurado sobre os dados, o perfil do pesquisador que emerge desse primeiro movimento descritivo e analítico do Observatório é de uma dimensão da ciência institucional que se faz, principalmente, no feminino.
As mulheres respondem por 60% da função de pesquisa na instituição, e essa predominância de gênero se faz presente na maioria dos espaços institucionais, exceção feita ao IGM, Escritório Rondônia, Presidência, DIREH, e PROCC, onde os homens superam as mulheres.
Ao longo da série histórica analisada, as mulheres sempre ingressaram em maior número que os homens na instituição.
 

Pesquisadores por gênero e por década de ingresso, Fiocruz 2015

A faixa etária de ingresso na instituiçao, ao longo dos anos, é apresentado a seguir, e deixa antever que, a partir dos anos 2000, a instituiçao passou a captar maiaor percentual de pesquisadores na faixa etária acima de 30 anos, o que provavelmente reflete os perfis das vagas ofertadas nos concursos públicos.

Pesquisadores por década de ingresso e faixa etária, Fiocruz 2015

O perfil da pesquisadora da instituição aponta para uma mulher acima de 40 anos, com representação mais expressiva a partir dos 50 anos de idade.

Pesquisadores por faixa etária e por gênero, Fiocruz 2015

Essa mulher possui, principalmente, título de doutor, titulação essa distribuída de forma equilibrada entre as grandes áreas de ciências biológicas e de ciências da saúde.

Pesquisadores por titulação e gênero, Fiocruz 2015

*Outros: graduação, ensino profissional de nível técnico, ensino médio e não informado.
 
Cabe o registro que a Fiocruz é a instituição brasileira que mais titulou seus próprios doutores, com 43,9% (589 pesquisadores) do total de seus pesquisadores formados no país.

Titulação máxima por grande área e gênero, Fiocruz 2015


Não só as mulheres estão em maior número na função de pesquisa, elas são maioria também na coordenação de projetos de pesquisa; na distribuição das bolsas de produtividade do CNPq; na coordenação dos programas de pós- graduação stricto sensu e nos cargos de assessoramento (DAS) na Fiocruz.
 

Distribuição dos pesquisadores por gênero, nas dimensões gestão, pesquisa e ensino, Fiocruz 2015

Considerações e Perspectivas:
Novamente, é importante registrar que o perfil do pesquisador aqui descrito delineia um mapa geral da instituição, esperando ainda por maior rigor estatístico que permita uma análise mais criteriosa. Nesse sentido, outras e novas iniciativas de análises devem e podem ser empreendidas alterando os parâmetros e as condições de contorno, mas mantidos o rigor na inclusão de outros dados e perspectivas de análise
 

Equipe:

Maria Cristina Soares Guimarães – Coordenação

Bruna Beltrão Belinato

Diego Martins Aragão da Silva

Kizi Mendonça de Araújo

Rosane Abdala Lins

Rosangela Cordeiro S. Assef Neto

 

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